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Associação Reviver promove bazar para arrecadar recursos

A iniciativa continua até a sexta-feira, dia 07, na Av. Vicente Machado, em Ponta Grossa.


A Associação Reviver de Ponta Grossa realiza nesta semana, um bazar beneficente para arrecadar recursos. Conforme a organização, roupas, calçados e objetos estão sendo vendidos a partir de R$1. A iniciativa começou ontem (03) e segue até sexta-feira (07), das 9h às 17h, na Avenida Vicente Machado, número 594.


Há mais de 20 anos a entidade sem fins lucrativos presta atendimento a portadores de HIV, crianças e adolescentes entre 06 a 17 anos, além de famílias em situação de risco ou vulnerabilidade social.


Segundo a diretoria da Associação Reviver, o valor arrecadado será usado em despesas e para dar continuidade nas atividades oferecidas pela instituição. Atualmente, 200 cestas básicas ao mês são distribuídas para famílias atendidas pela associação.


Outras informações no telefone 042 9 9961-6085.


Atividades

Entre os serviços oferecidos pela Associação ao público estão:

Para pessoas vivendo com HIV e sua família, grupo de apoio, reuniões semanais com temáticas diversificadas (prevenção, adesão, características do vírus, auto cuidado, saúde mental, entre outros), oficinas de artesanato, atendimentos de ordem de busca de garantia de direitos e, quando necessário, a realização de encaminhamentos e mobilização da rede, entre outros.


No setor de convivência e fortalecimento de vínculos voltado a crianças e adolescentes, o trabalho é desenvolvido em grupos, selecionados por faixas etárias, onde são desenvolvidas atividades diversificadas como oficinas de artesanato, recreação e dança, música, além de temáticas e metodologias de trabalho variadas ministradas por orientadoras sociais e atividades lúdicas, interativas e de lazer.


No formato individual, familiar e grupo, com a possibilidade de visitas à residência e/ou escola (de acordo com a particularidade de cada caso), atendimento sócio assistencial e psicológico, acompanhamento junto a unidades de saúde e a integração com outros serviços e órgãos da rede sócio assistencial e de proteção dos direitos da criança e do adolescente, entre outros.


Muitos desses serviços foram prejudicados pela pandemia, com isso, estão suspensos ou feitos de maneira parcial.