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Gaeco cumpre mandados contra funcionários do Instituto Água e Terra

Atualizado: Set 4

Servidores são suspeitos de cobranças indevidas para concessão de licenças

Nesta terça-feira (1º), o Núcleo de Ponta Grossa do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, cumpriu um mandado de prisão preventiva e três de busca e apreensão em investigação relacionada à prática do crime de concussão por servidores públicos.


Os mandados foram expedidos pela Vara Criminal de Reserva e cumpridos em residências de dois servidores do Instituto Água e Terra do Paraná (IAT) e na sede do Escritório Regional em Ponta Grossa.


Conforme as investigações, um fiscal lotado no órgão ambiental – alvo do mandado de prisão – teria exigido R$ 60 mil para renovar a licença ambiental de instalação de um loteamento em Reserva e para deixar de autuar os proprietários do terreno por suposto corte irregular de vegetação na área.


O pedido de renovação da licença foi protocolado no IAT em outubro de 2019, mas permaneceu sem andamento até o mês de julho deste ano, quando foi feita a exigência da vantagem indevida, o que levou as vítimas a procurarem o MPPR.]


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