Institutos fiscalizam bombas de combustíveis de cidade do Paraná
- CBN Ponta Grossa

- 8 de abr. de 2021
- 2 min de leitura
A ação foi em 10 municípios e 868 equipamentos foram verificados.

Dez cidades do Paraná tiveram bombas de combustíveis fiscalizadas em uma ação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), e que envolveu o Instituto de Pesos e Medidas do Paraná (Ipem-PR).
A verificação foi feita entre dias 25 e 31 de março, em instrumentos de Curitiba, Maringá, Londrina, Palmeira, Sengés, Colombo, Guaratuba, Paranaguá, Tijucas do Sul e São José dos Pinhais. Ao todo, 868 bicos das bombas de combustíveis foram fiscalizadas e 291 deles tinham irregularidades.
Em Curitiba foram reprovados 125 bicos e interditados cinco dos 455 verificados; em Maringá foram reprovados 73 bicos e sete interditados dos 180 verificados; em Londrina houve a reprovação de 82 bicos e interditados sete dos 233 verificados; em Tijucas do Sul foram dois interditados, Colombo foram reprovados três bicos e um interditado, em Guaratuba, foram 5 bicos reprovados e um interditado dos 24 fiscalizados e, em São José dos Pinhais, três bicos foram reprovado.
Segundo o balanço divulgado, não houve autuação nos municípios dos Campos Gerais.
As multas aplicadas nesses casos podem chegar a R$ 1,5 milhão reais.
O Ipem orienta que consumidores tenham atenção na hora de abastecer o veículo. O preço do litro do combustível deve estar claro no visor da bomba e o marcador partir do zero para iniciar o abastecimento. As bombas precisam ter lacres azuis com a marca de Inmetro e um selo de aprovação.
A dica é também acompanhar o abastecimento até o final. Por fim, o motorista deve pedir a nota fiscal, pois essa é a garantia para futuras reclamações, e colaborar na fiscalização estadual contra fraudes fiscais.
Caso o consumidor fique em dúvida quanto à quantidade de combustível colocada no tanque poderá solicitar ao frentista a verificação da quantidade com a utilização da medida de volume de 20 litros, que o posto deve disponibilizar com o selo de aprovado e o lacre do Inmetro, e realizar a prova volumétrica. Lembrando que o erro permitido contra o consumidor é de apenas 60 ml em 20 litros.








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