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  • CBN Ponta Grossa

Ministério Público do Paraná apresenta denúncia contra dois investigados por ataque a Guarapuava

Atualizado: 28 de jul. de 2022

Conforme denúncia, os dois homens estão presos e devem responder pelos crimes de latrocínio, porte de armas de uso restrito, sequestros, incêndios e dano ao patrimônio público.

Foto: Polícia Militar

O Ministério Público do Paraná apresentou denúncia criminal contra dois investigados pelo envolvimento na tentativa de assalto a uma transportadora de valores em Guarapuava em abril deste ano.


Conforme o MP, um grupo de cerca de 40 criminosos invadiu o município do Centro-Sul do estado e cometeu o crime classificado como "domínio de cidades”. A denúncia foi apresentada nessa terça-feira (26).


De acordo com o Ministério Público, os dois homens estão presos e devem responder pelos crimes de latrocínio, porte de armas de uso restrito, oito sequestros, cinco incêndios e dano ao patrimônio público.


No caso dos crimes de latrocínio, o MP apresenta quatro circunstâncias judiciais desfavoráveis e duas agravantes. A reportagem da CBN conversou com um dos promotores responsáveis pela denúncia que para não comprometer as investigações não terá o nome divulgado.


Segundo o promotor, um dos denunciados está preso preventivamente desde maio e outro por decreto de prisão temporária desde junho. Os presos estão em São Paulo e no Paraná.


Conforme as investigações, os dois estão em posição de alta hierarquia na organização criminosa e teriam saído de São Paulo para participar do crime.


A ação criminosa aconteceu no dia 17 de abril deste ano quando o grupo atacou o 16º Batalhão de Polícia Militar.


Durante a ação, o grupo incendiou caminhões e fez disparos de fuzil contra o quartel, uma viatura e policiais militares. Um policial morreu e outro foi ferido gravemente.


Segundo o Ministério Público, seis veículos foram incendiados com o objetivo de interditar o Batalhão, impedir a chegada de reforços policiais e facilitar a fuga.


Outra parte do grupo atacou a empresa de transporte de valores e, conforme a denúncia, sequestrou moradores para usar como escudo humano. Um dos reféns foi atingido por um tiro.


A empresa e as casas vizinhas receberam centenas de disparos de arma de fogo. Os assaltantes usaram explosivos na tentativa frustrada de acessar os valores guardados no cofre da empresa.


Em confronto com a Polícia Militar, alguns veículos utilizados pelos criminosos capotaram e foram apreendidos sete fuzis, inclusive de calibre .50, de uso restrito. A investigação é conduzida pela Polícia Civil.






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