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Procurador explica sobre as ações do Gaeco na Ciretran de Ponta Grossa

Servidores públicos e despachantes credenciados pelo Detran são alvo de 'Operação Sutileza', que apura possíveis crimes de corrupção

Após a análise das apreensões feitas nessa terça-feira (04), o Ministério Público do Paraná deve ouvir os servidores investigados na Operação Sutileza, que apura possíveis crimes na Ciretran de Ponta Grossa.


Na segunda fase da operação, o Núcleo de Ponta Grossa do Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) cumpriu 15 mandados de busca e apreensão na sede da Ciretran, em residências e em escritórios de despachantes.


Conforme o coordenador do Gaeco em Ponta Grossa, Antônio Juliano Albanez, as ações dessa terça foram desdobramentos da primeira fase, que aconteceu em dezembro do ano passado.


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O Procurador comenta quais são os objetos que devem ser analisados.


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Os alvos da segunda fase da operação foram quatro servidores públicos e cinco escritórios de despachantes credenciados no Detran-PR. Além das buscas, a Justiça determinou afastou um dos servidores investigados e proibiu o seu acesso a todos os postos do órgão. 


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