Unidades de Saúde terão plantão de atendimento para casos suspeitos da Covid-19
- CBN Ponta Grossa

- 23 de dez. de 2020
- 2 min de leitura
A medida pretende dividir o fluxo de pacientes suspeitos na UPA Santa Paula.

Duas Unidades Básicas Saúde (UBS) de Ponta Grossa estarão abertas nesta quinta-feira (24) e no sábado (26) para atender pessoas com sintomas do novo coronavírus. O objetivo é dividir o fluxo de atendimento da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Santa Paula, responsável por absorver os pacientes com suspeita da doença.
Conforme a Fundação de Saúde (FMS), as UBS Luiz Conrado Mansani (Uvaranas) e a UBS Romulo Pazzinato (Nova Rússia) estarão de plantão das 8h às 12h e 13h às 17h.
As demais unidades de saúde fecham hoje e reabrem na segunda-feira (28).
O Hospital Municipal, UPA e Samu funcionam sem interrupção.
Atendimentos em saúde
Desde o início da pandemia do coronavírus a FMS mudou o fluxo de atendimentos dos pacientes, envolvendo a Atenção Básica, Especializada e de Urgência e Emergência. Todas as pessoas que necessitam de atendimento à saúde, por estarem com sintomas respiratórios, devem se dirigir a UPA e não ao Hospital Municipal Amadeu Puppi (HMAP), este ficou responsável pelo restante dos casos.
A UPA é uma das estruturas de referências para a comunidade e ficou responsável por atender os pacientes com sintomas respiratórios, seja coronavírus ou não. Este atendimento é exclusivo neste local, não mais no HMAP, portanto a população que tiver problemas respiratórios como gripe, tosse, dor de garganta, entre outros, deve procurar as UBS ou a UPA Santa Paula, não devendo mais procurar o Hospital Municipal.
“Tomamos está conduta para a população não se misturar e consequentemente não se contaminar de forma cruzada, por exemplo, você chega no HMAP para ser atendido por um problema de cólica renal e se tiver outros pacientes lá com suspeita do novo coronavírus, você pode se contaminar, por isso estamos separando a população para este atendimento”, explica Manjabosco.
O HM atende casos como: cólica renal, biliar, problema fígado, dor de estômago, febre em decorrência de infecção urinaria, cirurgias de urgência e emergência, tanto ortopédicas quanto clinicas, por exemplo, apendicite, hérnia umbilical, fratura leve. “É importante a gente entender que desta maneira conseguiremos diminuir a exposição da população em relação ao vírus, e manter a segurança para quem está sendo atendido por outras situações de saúde no HM”, completa Manjabosco.








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