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Vendas de gás aumentam em PG e reposição do produto atrasa nas distribuidoras

Atualizado: Mar 31



As vendas de botijões de gás aumentaram entre 5% e 8%, de acordo com o Sindicato Nacional das Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás). Em Ponta Grossa, algumas distribuidoras já relatam desabastecimento do produto em função da pandemia do novo coronavírus.


Osmar Assis de Abreu é proprietário de uma dessas empresas e comenta que a procura pelo gás de cozinha aumentou em uma semana. Abreu afirma que o gás vendido por ele vem da distribuidora da Petrobrás em Araucária e que não recebe o produto desde terça-feira (24). Já a empresa de Ivan Carlos Rentschler ainda tem estoque de gás, mas já sentiu o aumento da procura.


Conforme o Sindigás, o crescimento das vendas ocasionou um pequeno atraso na reposição do produto, mas que não há “interrupção no fluxo da cadeia de abastecimento, nem falta de estoque”. O presidente do Sindigás, Sérgio Bandeira de Mello, afirmou que todas as empresas associadas ao sindicato estão funcionando em plena carga. "Temos um aumento repentino de compras antecipadas. Não existe motivo para corrida por produto. Estamos com tudo normal, somente um atraso de entregas devido a esta corrida", explicou a CBN Ponta Grossa.


A Copagaz é uma empresa que atende cerca de 20% da população de Ponta Grossa. Para o diretor comercial da Distribuidora, Amaro Helfstein, o desabastecimento só é possível se a população comprar o gás de cozinha para fazer estoque.


Em nota, a Liquigás afirma que nenhuma de suas distribuidoras está fechada e que com o aumento da demanda a produção teve que ser acelerada. Segundo a distribuidora, o novo volume produzido deve chegar em breve às empresas que ficaram sem produtos.


Foto: Internet


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Confira as notas


Sindigás


O Sindigás esclarece que as vendas de botijões de gás têm apresentado aumento entre 5% e 8%, em função da antecipação da compra do botijão por uma parcela da população, o que ocasionou um pequeno atraso na reposição do produto. Não há, entretanto, interrupção no fluxo da cadeia de abastecimento do GLP, nem falta de estoque. Há gás suficiente para abastecer com tranquilidade consumidores de todo o Brasil.


Vale ressaltar que os trabalhadores do setor de GLP, por ser este um produto de uso essencial e indispensável ao bem-estar das famílias, estão trabalhando normalmente, redobrando, em função da conjuntura atual, os cuidados com a higiene para suprir o mercado, mantendo os altos níveis de confiança, segurança e qualidade que caracterizam o setor.


O Sindigás faz um apelo aos consumidores para que fiquem em casa, respeitando as recomendações das autoridades de saúde, e que comprem normalmente o Gás, sem pressa, utilizando as diversas plataformas que acionam o serviço de pronta entrega do seu revendedor de preferência.


Liquigás


Perguntada sobre o assunto, a assessoria de imprensa da Liquigás enviou a seguinte resposta: “Nenhuma revendedora da Liquigás está fechada. Com o aumento absurdo da demanda (gente estocando botijão de gás), a produção teve que ser acelerada para dar conta. Esse volume produzido logo chegará em algumas dessas distribuidoras que ficaram sem produto”.

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