• Thailan Jaros

Bombeiro orienta sobre cuidados em casas de shows de Ponta Grossa

A tragédia refletiu em todo o país e ainda é lembrada como exemplo para casas de shows e estabelecimentos com grande número de pessoas.

Foto: Polícia Civil/Rio Grande do Sul

O incêndio na Boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, completou nove anos nessa quinta-feira (27). O incêndio matou 242 pessoas e deixou mais de 600 feridas. A tragédia refletiu em todo o país e ainda é lembrada como exemplo para casas de shows e estabelecimentos com grande número de pessoas.


A perícia apontou que uma série de normas de segurança foram desrespeitadas no dia 27 de janeiro de 2013, em Santa Maria. Entre elas a falta de extintor de incêndio adequado, a superlotação do local, o alvará vencido e principalmente um único local de entrada e saída, sem saídas de emergência.


A tragédia chamou a atenção para os cuidados nesse tipo de estabelecimento e em 2017 uma lei alterou as redações do Código Civil, Código de Defesa do Consumidor e Lei de Improbidade Administrativa em relação a prevenção de incêndios.


Em Ponta Grossa, o Corpo de Bombeiros faz a fiscalização dos estabelecimentos. No ano passado, quase 700 locais passaram pela fiscalização da corporação, em 2020 foram 295 e em 2019 cerca de 350.


O Major André Lopes, do Corpo de Bombeiros, orienta o que uma pessoa precisa saber ao frequentar casas de shows e demais estabelecimentos com grande público.


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