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Gilson Aguiar: Quando cada um dá o valor que quer a vida que tem, quanto ela vale?




Sofremos de muitas coisas neste mundo. Uma delas é de não perceber as pessoas que estão à nossa volta são. Não entender que cada um de nós tem uma percepção diferente do mundo que vive. Por mais que a convivência entre nós exija regras comuns. O ser humano é movido por escolhas, ela tem seu preço. Porém, o valor depende dos envolvidos.


O que nos move a trabalhar todos os dias? Claro que você pode me dizer, pagar as contas. Será? Viver se tornou a mediocridade de cumprir compromissos assumidos para continuar vivo. Se for assim, a espera de que a morte nos leve é mais uma esperança do que a busca intensa de adiar o encontro com o fim, o que a grande maioria das pessoas expressa.


A vida tem que ter uma coisa chamada significado. E ter um significado e um sentido é viver para buscá-los. Logo, morrer por uma causa dá sentido à vida, viver sem causa nenhuma não. Talvez por isso a vida para algumas pessoas vale tão pouco. O desprezo pela vida humana é a proporção do quanto a nossa tem valor.


Por que tantas pessoas colocam a vida em risco sem motivo algum ou pelo motivo mais tolo que possa existir. Uma discussão por algo sem valor, um risco ao beber e dirigir embriagado, um excesso cometido todos os dias cavando a própria morte pelo mau hábito. O que move um ser humano?


Nos fins de semana há sempre o relato dos excessos das pessoas. Mortes no trânsito, um assassinato por um crime passional, uma discussão por algo tolo que leva a morte. Depois, tarde demais, sabemos que não teria sentido ter feito o que se fez, mas também não há como desfazer o mal feito. Feita a escolha, praticada a ação, não há mais como desfazer. O que se pode é aprender com a experiência errada, desde que possamos sobreviver a ela.


Logo, temos que refletir um pouco o que move a vida. Quais atos dão significado ao que fazemos. E o que queremos ter ao final de um longa jornada. Cada passo dado é uma oportunidade de nos direcionarmos há um determinado lugar. Se não temos escolha, então, podemos andar a esmo e nunca chegar a lugar algum. Assim, se a caminha for interrompida por algum excesso ou por ter sido excessivo, não se perdeu nada.


Ouça o comentário de Gilson Aguiar para a CBN Ponta Grossa:


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