Namoro qualificado: termo é citado por juízes em análise de união estável

"Tô só ficando com ele". "Sou ficante fixo dela". "A gente namora sério, mas não vamos morar juntos". "A gente começou se ver direito e quando viu já estávamos morando junto". Essas são frases corriqueiras das relações entre casais.
Porém, você já ouviu alguém falar que está em um "namoro qualificado"? Não é nada comum, mas em processos na Justiça para validação de união estável, há juízes que usam o termo, que basicamente indica que não há uma união estável, mas o casal tem rotinas mais íntimas do que em um "namoro convencional", como um espaço no guarda-roupas na casa do outro e dias juntos na mesma casa.
O jornalista Emmanuel Fornazari conversou com as advogadas especialistas em Direito da Família, Kimberly Fischer e Jocivania Carrara, sobre a "moda" dos contratos de namoro e quais os direitos dos casais no relacionamento. Confira!



Eu acho interessante como o termo “namoro qualificado” mostra o quanto os relacionamentos estão ficando mais complexos. Muitas vezes o casal compartilha rotina, passa vários dias juntos, tem espaço na casa um do outro, mas ainda não quer assumir uma união estável com efeitos jurídicos. Para mim, isso reforça a importância de diálogo e clareza sobre expectativas e responsabilidades. Cada relacionamento tem seu ritmo, mas é essencial entender os direitos envolvidos. Inclusive, hoje existem novas formas de conexão e companheirismo, inclusive digitais, como as apresentadas em https://lovecompanionai.com/pt, que mostram como os vínculos estão evoluindo na sociedade atual.