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"Não se falava", paciente relata disgnóstico de Alzheimer precoce em PG

  • Foto do escritor: CBN Ponta Grossa
    CBN Ponta Grossa
  • 8 de jun. de 2022
  • 1 min de leitura

Além do tratamento, Regina Lara está montando um instituto em Ponta Grossa para ajudar pessoas no diagnóstico precoce da doença.

Foto: Reprodução

O Alzheimer geralmente é relacionado a pessoas idosas acima de 65 anos. A doença acomete cerca de 11% dos brasileiros dessa faixa etária, segundo o Ministério da Saúde. No entanto, o diagnóstico da doença pode ser feito em pessoas mais jovens. É o chamado Alzheimer precoce.


A ponta-grossense Regina Lara tem 48 anos e há quase dez começou a perceber uma perda de rendimento no trabalho. Ela trabalhava como perita calculista. Na época com 40 anos, ela foi diagnosticada com depressão. Mas mesmo medicada, ao logo dos anos os sintomas começaram a afetar de maneira mais constante o trabalho.


Em 2017, quatro anos depois, os sintomas começaram a se agravar. Ela consultou vários médicos e afirma que Alzheimer não era nem cogitado. Mas foi só em abril do ano passado que ela teve o diagnóstico definitivo: Alzheimer precoce.


Agora ela faz tratamento para tentar atrasar o avanço da doença. Além do tratamento, Regina Lara criou uma página nas redes sociais em que conta sua rotina e está montando um instituto em Ponta Grossa para ajudar pessoas no diagnóstico precoce da doença.


Qualquer pessoa deve procurar um médico em qualquer sintoma de esquecimento, confusão mental e dificuldade nas atividades rotineiras. Quanto mais cedo for o diagnóstico, maior a chance de atrasar a evolução da doença.


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