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Polícia Militar confirma morte de policial baleado em Guarapuava; governador lamenta

Antes da confirmação oficial, a morte cerebral já tinha sido confirmada à CBN pelo porta-voz do Batalhão.

Foto: Polícia Militar

A Polícia Militar do Paraná confirmou, neste sábado (23), a morte do cabo Ricieri Chagas que foi baleado no ataque a Guarapuava, na região central do Paraná. Ele deixa a esposa e um casal de filhos. Antes da confirmação oficial, a morte cerebral já tinha sido confirmada à CBN pelo porta-voz do Batalhão.


O policial militar estava em uma viatura que foi alvejada pelos criminosos na noite do último domingo (17) na tentativa de assalto a uma transportadora de valores do município. O cabo levou um tiro na cabeça e estava internado em estado grave.


Ele chegou a fazer duas cirurgias, mas não resistiu aos ferimentos. Além do policial, um outro militar e um civil tiveram ferimentos leves.


Cabo Ricieri Chagas era natural de Campo Mourão e nasceu em 1973. Era Policial Militar desde 1995 e atuou na corporação por quase 30 anos. De acordo com a Polícia Militar, o cabo atuou no 16º Batalhão em Guarapuava e no Batalhão de Polícia de Fronteira. No 16º, fez parte do Grupo de Operações Especiais e Tático Móvel Auto, além da ROTAM e Pelotão de Trânsito.


O policial também integrou o Pelotão de Choque por cerca de 15 anos. A Polícia Militar do Paraná emitiu nota confirmando a morte do cabo neste sábado (23). Segundo a nota, ele “teve uma carreira exemplar e extremamente operacional”. A PM ressaltou que o cabo era conhecido por todo o país por ter representado a corporação na Força Nacional.


Em nota, o governador Ratinho Junior lamentou a morte do cabo Ricieri Chagas. Ele afirmou que o policial “foi atingido enquanto defendia a população paranaense, à serviço da polícia, e jamais será esquecido por esse ato de bravura”. O governador desejou os sentimentos à família.


Cerca de 30 criminosos tentaram assaltar uma transportadora de valores em Guarapuava na noite de domingo e madrugada de segunda-feira (22). Eles fugiram após confronto com a Polícia.


Leia a nota da PM


É com muito pesar que a Polícia Militar do Paraná informa o falecimento do Cabo Ricieri Chagas, natural de Campo Mourão, nasceu em 29 de outubro de 1973, ingressou nas fileiras da Corporação em 26 de Julho de 1995, tendo atualmente 29 anos, 3 meses e 05 dias de excelente serviços prestados!


Deixa a esposa e um casal de filhos.


Atuou no 16º BPM e no Batalhão de Polícia de Fronteira. No 16º atuou nos extintos GOE (Grupo de Operações Especiais) e TMA (Tático Móvel Auto), além da ROTAM e Pelotão de Trânsito. Por cerca de 15 anos vestiu a camisa do Pelotão de Choque do 16° BPM.


Teve uma carreira exemplar e extremamente operacional. É conhecido por todo o país, por ter brilhantemente representado a PMPR na Força Nacional.


Ostentava com honra o brevê do CCDC (Curso de Controle de Distúrbios Civis) em seu peito.


Conhecido por sua célebre frase "Vamos pegar os caras!". Sua marca registrada sempre foi o amor a profissão. Sempre foi o paizão dos policiais do Choque, aconselhando os demais policiais.


Seu legado para sempre será lembrado.


Honrou com todas as suas forças o seu juramento: "Devotar-me inteiramente ao serviço do Estado e da minha Pátria cuja honra, integridade e instituições defenderei com o sacrifício da própria vida."


"E quando caminhar em direção a Vós, terei a certeza de que serei um Homem de Choque, nesta e em outras vidas, pela paz e pela ordem, CHOQUEEEEE!"


Leia a nota do governo do Paraná


O governador Carlos Massa Ratinho Junior lamentou profundamente a confirmação da morte do cabo da Polícia Militar do Paraná (PMPR) Ricieri Chagas, neste sábado (23). Ele estava em uma viatura da corporação e foi baleado na região da cabeça durante o ataque de bandidos a Guarapuava, na Região Central do Paraná, entre a noite de domingo (17) e a madrugada de segunda-feira (18).


“É com muito pesar que recebemos a confirmação da morte deste valente integrante da Polícia Militar do Paraná. O cabo Ricieri foi atingido enquanto defendia a população paranaense, à serviço da polícia, e jamais será esquecido por esse ato de bravura. Meus sentimentos à família. Que Deus receba esse valoroso homem”, disse Ratinho Junior.


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